Blockchain e Finanças: O Segredo Que Ninguém Te Contou Para Multiplicar Seu Dinheiro

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Olá a todos, meus queridos leitores! Quem diria que o futuro das nossas finanças estaria a ser moldado por algo tão inovador e desafiador? Eu, que adoro explorar as tendências digitais, tenho acompanhado de perto a revolução do blockchain e, confesso, é algo que me fascina pela sua promessa de transparência e liberdade.

Esqueçam as burocracias e as barreiras dos bancos tradicionais; estamos a falar de um universo financeiro onde o controlo pode finalmente estar nas suas mãos, abrindo portas para oportunidades que antes pareciam impossíveis.

Se estão curiosos para entender como esta tecnologia pode transformar a sua relação com o dinheiro e o panorama económico global, então preparem-se para mergulhar fundo.

Vamos desvendar juntos todos os segredos e o potencial das finanças baseadas em blockchain!

A Revolução da Confiança: Onde a Segurança Encontra a Sua Liberdade Financeira

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A primeira vez que ouvi falar de blockchain, confesso, achei que era algo de outro mundo, talvez um bicho de sete cabeças reservado apenas a génios da informática.

Mas, com o tempo e a minha curiosidade insaciável, percebi que é muito mais simples e, ao mesmo tempo, revolucionário do que parece. É a base de tudo o que está a acontecer no mundo das finanças digitais, e o que mais me cativa é a forma como nos dá uma sensação de segurança e transparência que, honestamente, nunca senti nos sistemas financeiros tradicionais.

Lembro-me de pensar: “Será que é mesmo possível ter controlo total sobre o meu dinheiro, sem depender de ninguém?” A resposta, meus amigos, é um retumbante sim!

É como se cada transação, cada movimento, fosse registado num livro-razão gigante e público, mas de uma forma que ninguém consegue alterar depois de escrito.

Isso muda tudo, não acham? Traz uma confiança inerente que nos faz repensar a nossa relação com o dinheiro e com as instituições que o gerem. A arquitetura distribuída da blockchain permite precisamente isso, transformando a forma como o dia a dia bancário pode funcionar.

Transparência Inovadora: Como a Blockchain Garante a Integridade

A essência da blockchain reside na sua capacidade de garantir a integridade das informações. Pensem nisto: cada transação é agrupada num “bloco” e, uma vez verificada por vários computadores (os chamados “nós”) na rede, é adicionada a uma “cadeia” existente, tornando-se imutável.

Isto significa que, depois de registada, a informação não pode ser alterada. É como ter um notário digital para cada transação, que trabalha 24 horas por dia, 7 dias por semana, sem falhas.

Eu, que valorizo tanto a clareza, fico impressionada com o nível de auditabilidade que isto proporciona. A PwC Portugal, por exemplo, já explora soluções blockchain para a comunicação de operações financeiras, buscando maior rastreabilidade e segurança.

É essa garantia de que ninguém pode falsificar ou manipular os registos que me faz sentir muito mais tranquila. A descentralização, onde a validação das transações não depende de uma única entidade, mas sim do consenso de vários nós da rede, é o grande segredo da sua robustez.

Adeus aos Intermediários: Mais Controlo, Menos Burocracia

Uma das coisas que mais me frustra nos sistemas financeiros tradicionais é a quantidade de intermediários e burocracia para quase tudo. Transferir dinheiro para o estrangeiro, por exemplo, é uma dor de cabeça!

Demora, é caro e nunca sabemos bem onde o nosso dinheiro anda. Com a blockchain, essa necessidade de intermediários desaparece. As transações acontecem diretamente entre as partes interessadas, de forma segura e transparente, sem a necessidade de um banco, uma operadora de cartão ou outra instituição financeira a validar a operação.

Isto não só reduz custos, como também acelera imenso o processo. Lembro-me de uma vez ter enviado dinheiro para um amigo em Espanha e demorou dois dias úteis a chegar.

Com criptomoedas, teria sido praticamente instantâneo e, provavelmente, com taxas muito mais baixas. Esta desintermediação devolve-nos o controlo sobre os nossos próprios ativos, tornando o sistema financeiro mais acessível a todos, independentemente da sua localização ou condição económica.

É um verdadeiro empoderamento financeiro!

Mergulhando nas Finanças Descentralizadas (DeFi): Um Mundo de Novas Oportunidades

As Finanças Descentralizadas, mais conhecidas como DeFi, são o verdadeiro coração desta revolução blockchain. Confesso que no início parecia tudo muito técnico, cheio de termos estranhos como “liquidity pools” e “yield farming”.

Mas, depois de explorar um pouco, percebi que a DeFi é, na verdade, uma forma incrivelmente inovadora de aceder a serviços financeiros que antes só estavam disponíveis através de bancos, e agora sem intermediários!

É como ter um banco só nosso, que funciona 24/7 e que nos dá muito mais flexibilidade. Desde fazer empréstimos a receber juros sobre as nossas poupanças, as oportunidades são vastas e, para mim, fascinantes.

A Mynt, por exemplo, fala muito sobre o crescimento explosivo do mercado DeFi e como as suas soluções estão a mudar a forma como interagimos com o dinheiro.

Estamos a falar de um mercado que em 2024 representava 48.4 mil milhões de dólares e que se prevê que chegue a 1.078.5 mil milhões de dólares em 2035, com um crescimento anual composto de cerca de 32,6%!

Isto é uma mudança de paradigma, meus amigos.

Empréstimos e Poupanças: Juros Que Fazem a Diferença

Um dos aspetos mais interessantes da DeFi é a possibilidade de emprestar e pedir emprestado criptomoedas. Sim, leram bem! Funciona como um banco peer-to-peer (P2P), mas sem o banco.

Se eu tiver criptomoedas paradas, posso emprestá-las através de uma plataforma DeFi e, em troca, receber juros sobre o valor emprestado. E as taxas de juro?

Bem, muitas vezes são mais atrativas do que as que encontramos nas contas-poupança tradicionais. Já a pessoa que precisa de liquidez, mas não quer vender os seus ativos, pode pedir um empréstimo, colocando as suas próprias criptomoedas como garantia.

Tudo isto é gerido por contratos inteligentes, que são códigos autoexecutáveis que garantem que todas as condições do acordo são cumpridas automaticamente.

Não há necessidade de comprovar o seu rendimento mensal, algo comum nos empréstimos tradicionais. É um sistema muito mais inclusivo e flexível.

As Plataformas que Estão a Mudar o Jogo

No ecossistema DeFi, existem várias plataformas que se destacam e oferecem uma panóplia de serviços. Plataformas como Aave, Compound e MakerDAO são exemplos notáveis de como o lending (empréstimo) em DeFi está a reformular o mercado financeiro, democratizando o acesso ao crédito e à liquidez.

A Uniswap, por exemplo, é uma das principais exchanges descentralizadas, onde os preços, a liquidez e as negociações são geridos por contratos inteligentes, sem intermediários.

Estas plataformas funcionam de forma descentralizada, o que significa que não dependemos de uma única entidade para fazer as nossas transações financeiras, dando-nos um controlo muito maior sobre os nossos próprios ativos.

Serviço DeFi Descrição Vantagens
Lending (Empréstimo) Emprestar criptoativos para outros utilizadores e receber juros em troca. Ganhos de juros, acessibilidade, descentralização.
Borrowing (Empréstimo) Obter um empréstimo usando criptoativos como garantia, sem intermediários tradicionais. Flexibilidade, sem necessidade de comprovar rendimentos.
Exchanges Descentralizadas (DEX) Negociar criptomoedas diretamente com outros utilizadores, sem uma entidade central. Transparência, menores taxas de transação.
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A Sua Carteira no Digital: Como Começar a Investir em Cripto em Portugal

Eu sei que para muitos, a ideia de investir em criptomoedas pode parecer um passo gigante, quase como entrar num casino digital. Mas a verdade é que, em Portugal, está cada vez mais acessível e seguro.

Lembro-me de quando comecei a minha própria jornada, a sensação de incerteza era grande, mas a curiosidade foi maior! Com apenas 5 ou 10 euros, é possível comprar frações de ativos como Bitcoin (BTC) ou Ethereum (ETH) em plataformas devidamente reguladas.

Não precisamos de ser ricos para começar, o que é fantástico. O essencial é ter uma abordagem informada e estar disposto a aprender. A cada dia que passa, mais pessoas em Portugal descobrem as criptomoedas como uma alternativa de investimento.

Primeiros Passos: O Guia para o Iniciante Curioso

Para quem quer começar a investir em criptomoedas do zero, a aprendizagem é fundamental. Antes de mais, informem-se bem sobre o que são as criptomoedas, como funcionam, e quais os seus riscos e benefícios.

Existem muitos recursos online que nos ajudam nesta etapa. Depois, é crucial definir um orçamento, ou seja, decidir quanto dinheiro estamos dispostos a investir.

Nunca invistam mais do que estão dispostos a perder, ok? A seguir, o processo de verificação de identidade (KYC) é quase sempre necessário nas grandes exchanges, o que é um sinal de segurança e conformidade regulatória.

Depois de depositar fundos, seja por transferência bancária ou cartão, é só escolher a criptomoeda que queremos comprar e realizar a transação. Plataformas como a Coinbase tornam este processo bastante intuitivo.

Escolhendo a Plataforma Certa para Si

Em Portugal, temos acesso a várias plataformas de criptomoedas que evoluíram muito, indo além da simples compra e venda de tokens. Hoje, oferecem serviços como staking (onde “trancamos” criptomoedas para ajudar a proteger a blockchain e recebemos recompensas), e até programas de poupança que permitem alocar fundos regularmente em criptomoedas.

Plataformas como Binance, Coinbase, Kraken, Crypto.com e OKX são algumas das melhores e mais utilizadas no país. A OKX, por exemplo, destaca-se por oferecer mais de 327 ativos digitais e ter comissões bastante reduzidas.

É importante verificar se a plataforma está registada como VASP (Virtual Asset Service Provider) junto do Banco de Portugal, para garantir a sua legalidade e segurança.

A minha experiência diz-me que escolher uma plataforma com um bom suporte ao cliente e uma interface fácil de usar faz toda a diferença para quem está a começar.

Para Além das Moedas: Outras Aplicações Surpreendentes da Blockchain

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Quando a maioria das pessoas pensa em blockchain, a primeira coisa que lhes vem à cabeça são as criptomoedas, certo? É natural, afinal, foi o Bitcoin que colocou esta tecnologia no mapa.

Mas, ao longo da minha jornada, tenho descoberto que o potencial da blockchain vai muito, muito além do universo das moedas digitais. É como se tivéssemos descoberto a internet e só a usássemos para enviar emails.

A blockchain é uma ferramenta poderosa que está a revolucionar inúmeros setores, desde a logística à arte, passando pela saúde. Fico sempre de boca aberta com a criatividade com que esta tecnologia é aplicada.

Empresas gigantes como o Walmart e a Nestlé já usam blockchain para rastrear alimentos, e universidades na Europa para certificar diplomas digitais! Não é fascinante?

Rastreabilidade e Certificação: Um Selo de Autenticidade para Tudo

Uma das aplicações mais impressionantes que já vi da blockchain é na rastreabilidade e certificação de produtos. Imagina poder saber todo o percurso de um produto, desde a sua origem até à prateleira do supermercado?

Com a blockchain, é possível registrar todo o histórico de um item, garantindo transparência, segurança e confiabilidade. Isto é uma ferramenta poderosa contra fraudes e contaminações, especialmente na indústria alimentar.

Por exemplo, a tecnologia permite rastrear a origem de ingredientes, assegurando que foram obtidos de forma ética e sustentável. No agronegócio, o histórico completo de um grão pode ser rastreado, permitindo ao comprador saber a origem, qualidade e condições de armazenamento.

Além disso, em áreas como a educação, a blockchain é usada para validar diplomas e certificados, eliminando fraudes e facilitando a verificação global.

É um verdadeiro selo de autenticidade para o mundo moderno.

A Propriedade Digital: NFTs e um Novo Conceito de Valor

Os NFTs, ou Tokens Não Fungíveis, são outro exemplo brilhante de como a blockchain está a redefinir o que significa propriedade na era digital. No início, confesso que achava que eram apenas imagens JPEG caras, mas percebi que a sua essência é muito mais profunda.

Um NFT é, basicamente, um selo de autenticidade digital que garante a exclusividade de qualquer item digital. Embora sejam ativos digitais baseados em blockchain, o que os diferencia das criptomoedas é a sua não-fungibilidade, ou seja, são únicos e não podem ser trocados um a um.

Eu, que sempre gostei de colecionar coisas únicas, vejo nisto uma extensão do colecionismo para o mundo digital. É uma forma de criar escassez na internet, abrindo novos tipos de mercados para bens digitais.

Esta tecnologia já está a ter um impacto significativo na economia real, abrindo novos tipos de mercados e ecossistemas digitais.

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Desafios e o Futuro que Já Bate à Porta: O Que Podemos Esperar?

Bem, depois de mergulharmos tão fundo neste universo, seria ingénuo pensar que tudo são flores, certo? Como em qualquer tecnologia emergente e disruptiva, a blockchain e as finanças descentralizadas trazem consigo desafios significativos.

Eu, pessoalmente, já senti na pele a volatilidade do mercado de criptomoedas, e sei que é algo a ter em mente. Mas, ao mesmo tempo, as tendências apontam para um futuro onde esta tecnologia será cada vez mais parte do nosso dia a dia financeiro, e não só.

As inovações não param e é essencial estarmos atentos. As perspetivas para os próximos anos são de uma integração cada vez maior e de uma maturidade crescente, o que é super entusiasmante para quem, como eu, adora estar à frente das tendências.

Olhando para as Tendências: Da Integração ao Metaverso

As tendências para 2025 e além são realmente impressionantes. Uma das que mais me entusiasma é a integração do DeFi com o Metaverso. Já imaginaram poder usar os vossos terrenos virtuais ou avatares como garantia em empréstimos DeFi dentro de um jogo?

Isso abre portas para novas fontes de rendimento e experiências financeiras totalmente descentralizadas em mundos virtuais. Além disso, estamos a ver uma forte tendência para protocolos DeFi híbridos, que se conectam cada vez mais ao sistema financeiro tradicional (TradFi).

Bancos e fintechs já estão a começar a usar protocolos DeFi para oferecer produtos como empréstimos colateralizados por criptomoedas, ampliando o acesso global.

Acredito que esta convergência trará mais segurança e confiança, ao mesmo tempo que mantém a inovação da descentralização. A tecnologia blockchain, que já está a ser explorada por governos para as Moedas Digitais de Banco Central (CBDCs), mostra que a sua confiança está a crescer a nível institucional.

Como Proteger os Seus Ativos Neste Novo Cenário

Com todas estas oportunidades, a segurança torna-se, naturalmente, uma preocupação central. Afinal, estamos a falar do nosso dinheiro! A boa notícia é que a própria arquitetura da blockchain é inerentemente segura devido à sua descentralização, imutabilidade e criptografia.

No entanto, como em tudo na vida digital, precisamos de ter as nossas próprias precauções. Golpes de phishing, ataques de 51% (embora mais raros em grandes redes), e a segurança das nossas carteiras pessoais são pontos de atenção.

Uma dica que partilho sempre com os meus leitores é considerar o uso de uma carteira de hardware, que é um dispositivo físico que armazena as chaves das criptomoedas offline, oferecendo uma camada extra de proteção contra ataques cibernéticos.

É como ter um cofre pessoal para os vossos ativos digitais. Empresas como a Mynt, parte do BTG Pactual, sublinham a importância de escolher plataformas com protocolos de segurança robustos e uma forte governança, porque a confiança começa pela segurança.

Lembrem-se sempre: num mundo sem intermediários tradicionais, a responsabilidade pela segurança recai, em grande parte, sobre nós. Invistam em conhecimento e em boas práticas de segurança!

글을 Concluindo

Meus amigos, chegamos ao fim de uma viagem incrível pelo universo da blockchain e das finanças descentralizadas! Confesso que cada vez que mergulho neste tema, sinto uma mistura de entusiasmo e um friozinho na barriga, porque estamos a testemunhar uma verdadeira revolução. É fascinante ver como Portugal, o nosso cantinho à beira-mar plantado, está a posicionar-se neste cenário global, com uma crescente adoção de criptomoedas e um ecossistema de startups blockchain em plena efervescência, apesar de alguns desafios regulatórios. Lembro-me de quando tudo isto parecia uma fantasia futurista, e agora é uma realidade que está a mudar a forma como interagimos com o dinheiro e com a tecnologia. Espero, do fundo do coração, que este artigo tenha acendido em vocês a mesma chama de curiosidade e a vontade de explorar mais a fundo este mundo promissor. O futuro é descentralizado, e estou certa de que juntos podemos desvendá-lo!

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알아두면 쓸모 있는 정보

1. Atenção à Regulamentação em Portugal: Portugal tem tido uma evolução significativa na regulamentação de criptoativos. Embora já tenha sido considerado um paraíso fiscal para criptomoedas, o país introduziu em 2023 uma taxa de 28% sobre os ganhos de capital de criptoativos detidos por menos de um ano. Para aqueles detidos por mais de um ano, a isenção de imposto mantém-se, o que é uma boa notícia para investidores a longo prazo. Fiquem sempre de olho nas atualizações do Banco de Portugal e da CMVM, pois o panorama está em constante mudança, especialmente com a implementação da regulamentação MiCA da União Europeia, que deverá ser totalmente aplicada até ao final de 2024.

2. Comecem Pequeno e com Conhecimento: Não precisam de ter fortunas para começar a investir em criptomoedas! A sério, é possível começar com valores tão pequenos como 5 ou 10 euros. O mais importante é investir tempo na pesquisa e educação. Leiam, vejam vídeos, participem em comunidades (mas sempre com um pé atrás em relação a promessas demasiado boas para serem verdadeiras, ok?). Entender os fundamentos da blockchain, as criptomoedas que vos interessam e os riscos associados é crucial antes de colocar o vosso dinheiro. Há uma crescente consciência em Portugal sobre ativos digitais, com 75% dos portugueses interessados em aprender mais sobre criptomoedas e tecnologia blockchain.

3. Segurança em Primeiro Lugar: A tecnologia blockchain é robusta, mas a segurança dos vossos ativos digitais depende muito das vossas ações. Utilizem sempre autenticação de dois fatores (2FA) em todas as vossas contas, escolham senhas fortes e considerem usar carteiras de hardware (cold wallets) para guardar maiores quantidades de criptomoedas. Estas carteiras físicas são uma espécie de cofre digital que as mantém offline e longe de hackers. Desconfiem sempre de links estranhos, emails suspeitos e ofertas mirabolantes. A responsabilidade é nossa, já que não temos um banco tradicional a proteger-nos neste mundo descentralizado.

4. Diversifiquem as Suas Aplicações: A blockchain vai muito além das criptomoedas! Explorei neste post como ela está a transformar setores como a logística, a saúde e até a arte digital com os NFTs. Fiquem atentos a projetos inovadores em áreas como a gestão de identidade digital, rastreabilidade de produtos ou até mesmo no metaverso. Há um mundo de possibilidades a ser construído, e entender essas aplicações pode abrir portas para novas oportunidades de investimento ou até mesmo de carreira, já que o ecossistema de startups blockchain em Portugal está a crescer significativamente.

5. Cuidado com a Volatilidade e as Emoções: O mercado de criptomoedas é conhecido pela sua volatilidade, e eu já senti na pele essa montanha-russa de emoções. É fácil deixarmo-nos levar pelo “FOMO” (Fear Of Missing Out) quando os preços sobem e pelo pânico quando descem. O meu conselho é: mantenham a calma, evitem tomar decisões impulsivas e sigam a vossa estratégia de investimento. O ideal é investir apenas o que podem perder e ver isto como um investimento a longo prazo, em vez de uma forma rápida de ficar rico. A paciência e a análise racional são as vossas melhores amigas neste cenário.

Importância dos Pontos Chave

O universo da blockchain e das finanças descentralizadas é, sem dúvida, uma das maiores inovações financeiras da nossa geração. A sua essência reside na promessa de segurança e transparência através de um registo imutável e descentralizado, que dispensa intermediários tradicionais. Esta característica fundamental não só agiliza transações e reduz custos, mas também devolve o controlo aos utilizadores, algo que eu, pessoalmente, valorizo imenso. As Finanças Descentralizadas (DeFi) são o motor desta mudança, abrindo um leque de oportunidades financeiras inovadoras, desde empréstimos e poupanças com juros mais competitivos, até à negociação em plataformas descentralizadas que funcionam 24/7. O mercado DeFi em Portugal está em ascensão, atraindo tanto pequenos investidores como grandes players do setor, embora o caminho para a integração total com o sistema financeiro tradicional ainda esteja em desenvolvimento.

Além das criptomoedas, a tecnologia blockchain está a revolucionar inúmeros setores, oferecendo soluções para a rastreabilidade e certificação de produtos, garantindo a autenticidade e a origem de bens em diversas indústrias, desde alimentos a diplomas académicos. Os NFTs, ou Tokens Não Fungíveis, são outro exemplo fascinante, ao redefinir o conceito de propriedade digital e abrir novos mercados para colecionáveis e arte digital, um campo onde Portugal já se destaca com startups e eventos. Apesar de todas estas promessas, o caminho não é isento de desafios, como a volatilidade do mercado, as incertezas regulatórias e a necessidade constante de vigilância contra fraudes e ataques cibernéticos. Em Portugal, a regulamentação está a adaptar-se rapidamente, com a implementação das diretrizes europeias como a MiCA, o que trará mais clareza, mas também exigirá maior conformidade das empresas. O futuro aponta para uma integração cada vez maior da blockchain com o nosso dia a dia, desde o metaverso até às moedas digitais de banco central, transformando a forma como vivemos e interagimos com o mundo financeiro. Por isso, manterem-se informados, cautelosos e abertos à aprendizagem é essencial para navegarem com sucesso nesta nova era.

Perguntas Frequentes (FAQ) 📖

P: O que é exatamente este “blockchain” e como é que ele muda a forma como lidamos com o dinheiro?

R: Ah, meus queridos! Esta é a pergunta de ouro, não é? Pensem no blockchain como um livro de registos digital, mas não é um livro qualquer.
É um livro que ninguém pode apagar ou alterar depois de algo ser registado. Cada página nova (ou “bloco”) está ligada à anterior, formando uma corrente inquebrável, daí o nome “blockchain”!
O que eu adoro nisto é que não há um banco central ou uma instituição a controlar tudo. Em vez disso, milhares de computadores por todo o mundo guardam uma cópia deste livro, o que o torna incrivelmente transparente e seguro.
Na prática, significa que o controlo do vosso dinheiro e transações deixa de estar nas mãos de terceiros e passa para as vossas. Chega de intermediários caros e demorados!
É como ter a vossa própria “conta bancária” que funciona 24/7, sem burocracias, e onde vocês são o vosso próprio banco. Sinto que é uma liberdade financeira que nunca antes tivemos!

P: Mas será que é seguro? E é mesmo melhor do que os bancos que já conhecemos?

R: Esta é uma preocupação super válida, e que eu mesma tive no início! Direi que, pela minha experiência e pelo que tenho acompanhado, a segurança do blockchain é, em muitos aspetos, superior aos sistemas bancários tradicionais.
Pensem bem: se um hacker tentar alterar uma transação num banco tradicional, ele só precisa de atacar um ponto central. No blockchain, como milhares de computadores têm a mesma cópia, o hacker teria de alterar todas as cópias ao mesmo tempo, o que é praticamente impossível!
Além disso, a criptografia usada é de ponta. O que eu percebo é que o “melhor” depende do que procuram. Se valorizam a privacidade, a transparência total nas transações (mesmo que anónimas), a rapidez e a eliminação de intermediários, então sim, é uma alternativa poderosíssima.
Não estou a dizer que os bancos vão desaparecer, mas esta tecnologia oferece uma agilidade e um controlo que os sistemas antigos simplesmente não conseguem.
É um novo paradigma, e eu sinto-me muito mais empoderada com esta opção.

P: Se eu quiser começar a usar, por onde é que devo começar? Há alguma coisa que eu precise de saber antes?

R: Ótima pergunta, e a resposta é: comecem com calma, com informação e com um pouco de curiosidade! A minha dica de ouro é: nunca invistam dinheiro que não podem dar-se ao luxo de perder.
O mundo das criptomoedas (que são o “dinheiro” que usa blockchain) é volátil. O primeiro passo é educar-se. Leiam, vejam vídeos, e sigam blogs como o meu!
Depois, podem começar por criar uma “carteira digital” (uma wallet) e comprar uma pequena quantia de uma criptomoeda mais conhecida, como Bitcoin ou Ethereum, através de uma plataforma de troca de criptomoedas (uma “exchange” como a Binance ou a Coinbase, que são as mais populares e fáceis de usar para iniciantes em Portugal e no Brasil).
O que eu sempre faço é começar com o básico, testar, e só depois ir para coisas mais avançadas como DeFi (finanças descentralizadas) ou NFTs. Acima de tudo, sejam cautelosos, protejam as vossas senhas e chaves, e lembrem-se que este é um universo em constante evolução.
A aventura é emocionante, mas a segurança em primeiro lugar!

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